A Ourofino Agrociência trabalha para garantir que seus produtos atendam às expectativas e necessidades dos clientes, com diferenciais competitivos e elevados níveis de segurança. Com essa postura, a empresa mantém em sua rotina treinamentos para os colaboradores, disseminação constante de informações — para elevar o conhecimento de todos os envolvidos no processo de formulação — e busca contínua de melhorias; cenário esse que reflete diretamente na conquista de certificações e reafirma o propósito de contribuir com o crescimento do agronegócio e do produtor rural, incentivando o potencial das plantações com eficiência e práticas sustentáveis.

No primeiro semestre, a Ourofino obteve a renovação das suas certificações de Boas Práticas Laboratoriais (BPLs) pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), órgão brasileiro responsável pela avaliação da conformidade e melhoria da qualidade de produtos e serviços. A auditoria abrangeu as áreas experimentais de Guatapará (SP) e as unidades de testes em Bandeirantes (PR), Cambé (PR) e Rio Verde (GO).

A certificação reiterou a prática da empresa em seguir rigorosamente as normas internacionais e comprovou seu compromisso com o setor. “Esse reconhecimento traz mais segurança e confiabilidade aos resultados da Ourofino”, diz Antônio Nucci, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Ourofino Agrociência. A auditoria, que é praticada a cada dois anos, verificou documentos, relatórios finais e estudos em andamento, assim como realizou avaliações in loco do processo de colheita da cultura de milho para estudo de resíduos.

Nucci também destaca que, mesmo que ainda não seja exigido pelo instituto, a indústria já reproduz os mesmos procedimentos para outros estudos, como eficácia e exploratórios das novas formulações. “A prática reflete na segurança dos resultados internos e externos das soluções e também na obtenção de registro de novos produtos no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento”, explica. Com a manutenção do reconhecimento, a Ourofino Agrociência continua desenvolvendo estudos de resíduos de defensivos agrícolas em matrizes vegetais, o que gera agilidade e qualidade na condução das pesquisas.

Foco em segurança

A qualidade dos processos da indústria agroquímica é monitorada desde a aquisição dos insumos produtivos até a aplicação do produto pelo cliente. Qualquer desvio de especificação faz com que o produto não seja liberado e inicie uma etapa de investigação de falhas.

No complexo fabril da Ourofino, localizado em Uberaba (MG) e com mais de 50 mil m² de área construída, a planta foi desenvolvida com base nas melhores práticas de manufatura de agroquímicos, justamente para garantir a segurança dos processos e das pessoas, a preservação ambiental e a qualidade da solução ofertada.

As etapas produtivas são totalmente automatizadas, desde alimentação de matérias-primas, passando por controles dos parâmetros de fabricação, rastreabilidade, linhas de envase de alta precisão, até paletização automática do produto. Ainda, periodicamente, são realizados fóruns com uma equipe de especialistas para avaliar os riscos relacionados aos processos, a fim de mitigá-los ou eliminá-los.

Janaína Costa, coordenadora de Garantia da Qualidade da Ourofino Agrociência, destaca que as rigorosas etapas de segurança e qualidade da empresa garantem certificações fundamentais para o reconhecimento do trabalho em solos nacionais e estrangeiros. Hoje, o complexo fabril soma as seguintes conquistas: Certificação ISO 9001:2015, Certificação ISO 14001:2015, Certificação OHSAS 18001:2007 e Acreditação ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005.

A ISO 9001 demostra que a Ourofino se preocupa com a qualidade dos processos e, consequentemente, dos produtos e serviços. “É um meio de assegurar a confiabilidade das práticas industriais, que estão em conformidade com as exigências dos clientes e do mercado”, diz Janaína. O Sistema de Gestão tem como objetivo gerir os riscos e as oportunidades para o negócio.

Já a ISO 14001 define os requisitos para operar com base na política ambiental, na gestão de aspectos, nos impactos ambientais e nos requisitos legais. A certificação OHSAS 18001 – Sistema de Gestão em Segurança e Saúde Ocupacional, por sua vez, possui práticas proativas e contínuas que garantem a segurança das operações. Auxilia a empresa a manter o comprometimento com a saúde dos funcionários e faz com que sejam cumpridos os requisitos legais e regulatórios.

De maneira geral, essas certificações ajudam a reduzir riscos, diminuindo ocorrências no ambiente corporativo e os custos operacionais. Ao mesmo tempo, incentivam o engajamento e a motivação das equipes, uma vez que elevam o nível de segurança do ambiente.

Quanto à ISO/IEC 17025, ela especifica as normas e os processos de excelência internacional. Garante que o laboratório esteja enquadrado em práticas que visam à qualidade dos serviços prestados. “Por isso, é uma certificação importante para o segmento, devido à visibilidade e confiança que resulta dessa adequação”, explica a coordenadora de Garantia da Qualidade da Ourofino.

Atualmente, a qualidade de um produto ou serviço é fator primordial para uma inserção sólida no mercado competitivo. É nesse contexto que se encontra a norma ISO/IEC 17025, que une os requisitos de um sistema de gestão da qualidade (baseados na ISO 9000) aos critérios de garantia de competência e confiabilidade técnica. Janaína reforça que a norma regulamenta a acreditação de Laboratórios de Ensaios e de Calibração, incluindo amostragem. “Enquadrar-se é ter a credibilidade de uma organização internacional conceituada, facilitando a comunicação dentro e fora do país”, afirma.

A segurança, levada tão a sério em todos os processos produtivos até a entrega da solução ao cliente, proporciona à Ourofino Agrociência a certeza de que é capaz de assumir a responsabilidade de reimaginar a agricultura brasileira, com formulações direcionadas para as características nacionais de cultivo.

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