Por que as chuvas favorecem as plantas daninhas?

13/08/2025 | Notícias

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Por que as chuvas favorecem as plantas daninhas?

Chuvas favoercem infestação de capim-pé-degalinha, buva e outras plantas daninhas, folhas largas e gramíneas

A seguir, apresentamos os 3 principais fatores que explicam o avanço de plantas daninhas em períodos de chuvas com alta umidade no solo:

1. Germinação em massa por causa de períodos de chuvas

Com as chuvas e o solo constantemente úmido, milhares de sementes de plantas daninhas que estavam dormentes encontram condições perfeitas para germinar.Isso provoca uma infestação acelerada, com diversas espécies surgindo ao mesmo tempo, como:

2. Difícil controle em períodos de chuvas

As chuvas frequentes dificultam ou até impedem a entrada de máquinas na lavoura. O resultado? O produtor perde o timing ideal para aplicar herbicidas, e as daninhas avançam para estágios mais difíceis (e caros) de controlar. Além disso, aplicações malfeitas, lavadas pela chuva, também reduzem a eficácia dos produtos.

3. Aumento da resistência e tolerância

Em ambientes com solo úmido e sem controle adequado, quem domina são as daninhas mais resistentes. Aquelas que já toleram herbicidas comuns ganham ainda mais espaço, como é o caso do pé-de-galinha, da buva e do amargoso. Quanto mais tempo se espera, mais caro e difícil fica o controle químico. E pior: o banco de sementes no solo aumenta, perpetuando o problema.

Como evitar prejuízos com plantas daninhas após chuvas?

Finalmente, a boa notícia é que ainda dá tempo de controlar a lavoura, isto é, antes que o mato tome conta. Veja abaixo dicas e mostramos estratégias práticas para:

  • Primeiro, antecipar o manejo antes da próxima frente fria ou chuvosa
  • Em seguida, escolher o herbicida ideal para cada estágio de infestação
  • E assim, evitar que o banco de sementes se multiplique nas próximas safra.

Por fim, os herbicidas em geralm são produtos usados para controlar o crescimento de plantas daninhas indesejadas, bem como favorecer o manejo integrado. Podem ser agentes biológicos ou substâncias químicas, que são aplicadas para inibir o crescimento de espécies específicas em áreas agrícolas, residenciais, florestais e silvestres, além de outras espécies invasoras. A Ourofino Agrociência trabalha com a formulação e produção de herbicidas para uso agrícola, que de fato, podem ser aplicados em diferentes culturas, como cana-de-açúcar, milho, soja, café, citrus, algodão, entre outras. Conheça o nosso portfólio.

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Chuvas atípicas dificultam o manejo e lançam mais um desafio para os produtores

Especialista da Ourofino Agrociência orienta como prevenir perdas de rentabilidade causadas por plantas daninhas resistentes, adotando estratégias e produtos alinhados às novas condições climáticas
As chuvas atípicas, cada vez mais frequentes em diversas regiões agrícolas do país, têm criado um problema duplo para os produtores: dificultam o manejo e o plantio e intensificam a infestação de plantas daninhas. Atualmente, o Brasil já registra 51 espécies resistentes a herbicidas, sendo 17 delas com resistência cruzada ou múltipla, afetando culturas como soja, milho, arroz, trigo e algodão.

Dados da Embrapa revelam que, entre 2010 e 2020, o volume de ingredientes ativos de herbicidas vendidos no Brasil saltou de 157,5 mil para 329,7 mil toneladas — um aumento de 128%. Esse crescimento reflete a perda de eficácia do glifosato e o uso mais intenso de alternativas químicas diante da escassez de opções sustentáveis. Substâncias como cletodim (aumento de 2.672%), triclopir (953%), haloxifope (896%), diclosulam (561%) e flumioxazina (531%) registraram crescimentos expressivos, evidenciando a pressão de seleção por resistência.

Segundo Roberto Rodrigues, gerente de marketing da Ourofino Agrociência, o excesso de umidade no solo acelera a germinação de sementes dormentes, favorecendo surtos simultâneos de espécies como capim-pé-de-galinha (Eleusine indica), capim-amargoso (Digitaria insularis) e buva (Conyza bonariensis).

“As chuvas frequentes também atrasam ou impedem a entrada de máquinas na lavoura, comprometendo o momento ideal para aplicação de herbicidas. Além disso, aplicações realizadas pouco antes de chuvas podem ser lavadas, reduzindo a eficácia dos produtos”, explica.

Ambientes úmidos e manejo deficiente favorecem a seleção de espécies mais resistentes, aumentando o banco de sementes no solo e perpetuando o problema. “O excesso de chuvas cria as condições perfeitas para uma corrida contra o tempo. Se o produtor perde a janela ideal de aplicação, as plantas daninhas avançam para estágios mais difíceis e caros de controlar, impactando diretamente a produtividade e o custo de produção. O segredo está em planejar e agir de forma estratégica, usando tecnologias que funcionem mesmo em cenários de alta umidade”, reforça Rodrigues.

Planejamento é a chave do sucesso

Para evitar prejuízos, a recomendação é planejar aplicações preventivas antes das frentes frias e períodos chuvosos, alternar mecanismos de ação, adequar o herbicida ao estágio de infestação e adotar manejo integrado, combinando controle químico, rotação de culturas e métodos complementares.

Nesse sentido, a Ourofino Agrociência oferece um portfólio robusto para diferentes cenários. Entre as soluções está o Terrad’or®, herbicida de alta performance com molécula exclusiva e inovadora para controle de folhas largas e estreitas, que apresenta boa compatibilidade com glifosato, glufosinato, graminicidas e herbicidas hormonais. De amplo espectro e alta compatibilidade, ele é indicado para daninhas mais resistentes como capim-amargoso, buva e corda-de-viola (Ipomoea triloba).

“As nossas soluções foram desenvolvidas pensando no agricultor brasileiro e nas condições da agricultura tropical. São tecnologias que unem performance, segurança e tolerância à chuva, para que o produtor mantenha o controle da lavoura mesmo em anos desafiadores”, explica Rodrigues.

 

 

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