O controle e manejo de plantas daninhas exige um planejamento estratégico e produtos eficazes. Em uma área em pousio, a pesquisadora em Herbologia da Rehagro, Laís Resende, conduziu um estudo comparativo para avaliar a performance de diferentes manejos contra o Capim-pé-de-galinha. Os resultados preliminares destacam a importância da dessecação pré-semeadura para garantir a sanidade da lavoura.
Descubra os resultados de um estudo de campo que compara a eficácia de diferentes estratégias para o controle e manejo de plantas daninhas
O desafio do manejo de plantas daninhas
Na primeira avaliação, uma aplicação de glifosato associado a haloxifope apresentou um controle ainda insatisfatório, – após sete dias após – a aplicação. Laís Resende aponta que, embora esses produtos tenham um efeito mais demorado, o resultado inicial sugere que essa estratégia pode não ser a ideal para a área em questão. A observação da perda de eficácia de graminicidas, que varia de acordo com o histórico de cada área, reforça a necessidade de buscar alternativas mais eficientes.
Manejo de plantas daninhas – estratégia promissora
Em outro tratamento, foi realizado a combinação de glifosato, glufosinato e Terrad’or, herbicida da Ourofino Agrociência. O resultado foi significativamente mais positivo. Embora ainda exista algumas partes verdes, o controle geral já se mostra ” mais interessante”. Laís Resende observa que a inclusão de produtos inibidores do Protox no manejo tem agregado valor, oferecendo uma solução robusta para o problema. Segundo Laís Resende, “É importante ressaltar a importância do entendimento do histórico da área para realizar as estratégias corretas. Em áreas com alta incidência dessa planta daninha estamos observando a necessidade de 2 ou até 3 aplicações no pré-plantio. O Terrad’or é uma opção interessante e que possui flexibilidade para ser posicionado nessas aplicações”.
Potencial do produto Protox
A eficácia superior da segunda estratégia evidencia o papel crucial que os produtos inibidores da Protox podem desempenhar no combate a plantas daninhas resistentes, como o Capim-pé-de-galinha. Entretsnto, essa abordagem não apenas melhora o controle inicial, mas também prepara o terreno para o manejo sequencial, um passo fundamental para alcançar a eficácia completa. O uso de diferentes mecanismos de ação confere ao produtor maior segurança e um melhor retorno sobre o investimento na proteção da lavoura.
Em suma, o estudo conduzido pela pesquisadora Laís Resende é um exemplo prático de como a pesquisa de campo é essencial para a tomada de decisão no agronegócio. Ao comparar diferentes estratégias, a Rehagro oferece aos produtores rurais informações confiáveis para que possam adotar as melhores práticas de manejo no campo. O foco em soluções inovadoras e eficazes, como a combinação de produtos testada, fortalece a confiança do produtor e contribui para a sustentabilidade e produtividade do campo.
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