Doenças no milho: atenção em época úmida deve ser redobrada

Se não controladas, as doenças no milho podem causar grandes danos na cultura, reduzindo a produtividade.

** Data da publicação 14/12/2023

A cultura do milho é uma das mais importantes do Brasil. Segundo dados mais recentes da Companhia Nacional de Abastecimento, para a safra 2023/24 é estimado mais de 118 mil toneladas. Apesar deste número representar 7,5% de redução ao ano anterior, o milho continua sendo a segunda cultura mais produzida no país.

As adversidades climáticas causadas pelo El Niño trazem grande preocupação aos produtores, sendo, inclusive, um dos responsáveis pela diminuição na produção. As chuvas, em excesso no Sul, podem atrasar o plantio da cultura e contribuir para o aparecimento de doenças, destacando-se: cercosporiose (Cercospora zea-maydis), ferrugem-comum (Puccinia sorghi), mancha-de-phaeosphaeria (Phaeosphaeria maydis) e ferrugem-polisora (Puccinia polysora).

Cercosporiose

A doença é uma das mais antigas da cultura no Brasil, sendo identificada pela primeira vez em 1953. Hoje, é considerada uma das principais no milho.

Ela pode ser causada por dois fungos distintos, Cercospora zea-maydis e Cercospora sorghi f. sp. maydis. Contudo, a primeira é a mais comum e que tem potencial de causar maiores danos. Em casos extremos, as perdas podem chegar a 80%.

Seu desenvolvimento é acentuado em épocas úmidas e temperaturas de 22 a 30ºC. Ou seja, em anos com a interferência acentuada do El Niño, os riscos de grandes perdas são altos.

Cercosporiose-milho-fungicidas

Foto: Luciano Viana Cota – Embrapa

Ferrugem-comum

Apesar de ser considerada uma das ferrugens menos severas, a ferrugem-comum, causada pelo fungo Puccinia sorghi, é uma das mais comuns nos milharais na região sul do Brasil.

Da mesma forma que a cercosporiose, a ferrugem-comum depende da alta umidade para seu pleno desenvolvimento, porém, aliado às baixas temperaturas.

Por ser uma doença antiga na cultura, os estudos na área contribuíram para a seleção de cultivares resistentes. A atenção, no entanto, deve ser mantida, para que a doença não saia do controle.

Mancha-de-phaeosphaeria

A mancha-de-phaeosphaeria, por sua vez, é causada pelo fungo (Phaeosphaeria maydis). O produtor de milho deve ter atenção aos casos desta doença, pois ela pode ocorrer em todo o período de desenvolvimento da cultura.

A alta umidade também favorece o aparecimento da doença, principalmente quando há água na superfície foliar da planta e a temperatura moderada.

Ferrugem-polisora

Na cultura do milho, a ferrugem-polisora pode causar danos de até 60%. Causada pelo fungo Puccinia polysora, ela se desenvolve principalmente em temperaturas elevadas e altos índices de umidade.

A infecção severa pode levar a descoloração das folhas, reduzindo a capacidade fotossintética e, consequentemente, a produtividade. Em cultivares suscetíveis, pode ocorrer a morte prematura da cultura.

Para doenças no milho: Pontual e Teburaz

Com as adversidades climáticas, é muito importante poder contar com parcerias que contribuam para o progresso no trabalho do campo. Por isso, a Ourofino Agrociência busca estar sempre presente na rotina da agricultura brasileira.

Uma lavoura com sanidade, produtiva e, consequentemente, com clientes e parceiros satisfeitos é o que nos move. Conheça abaixo mais detalhes sobre os fungicidas Pontual e o Teburaz.

Inseticida Pontual Ourofino Agrociência

Pontual

O Pontual, fungicida reimaginado da Ourofino Agrociência, agora possui registro para o tratamento de doenças na cultura do milho. O produto, desenvolvido em parceria com os principais institutos de pesquisa do Brasil, atua em três frentes: protetora, preventiva e curativa.

Sua formulação inovadora conta com fotoprotetores e tensoativos que possibilitam melhor fixação e recobrimento das folhas. Assim, cada ativo chega ao local certo de atuação.

Para o milho, o Pontual é recomendado para os estádios vegetativos de V4 a V10, contribuindo para seu amplo período de ação. Outro benefício do fungicida é sua capacidade de não oferecer injúrias e sintomas de fitotoxicidade.

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Teburaz

Outra excelente solução, rentável e eficiente, é o Teburaz. Com os melhores ativos do mercado para o tratamento de doenças no milho, a azoxistrobina e o tebuconazol.

Esta solução sistêmica possui alta compatibilidade com outros defensivos, contribuindo para o manejo na lavoura.

O tratamento de doenças deve ocorrer, principalmente, de forma preventiva. Desta forma, a recomendação para o Teburaz é realizar a aplicação antes do aparecimento da doença, de 30 a 50 dias após a semeadura da cultura.

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