Percentual de adoção de preventivos à ferrugem asiática aumenta entre os sojicultores, mas safra 2018/19 reforça a agressividade da doença

A safra 2018/19 mostrou, mais uma vez, que a ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi) é a principal adversária dos sojicultores brasileiros. Em dezembro passado, os registros da doença apareceram em ritmo quase que diário, principalmente no Paraná, assombrando ainda regiões como o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Desde que surgiu no país, na safra 2001/02, estima-se que a ferrugem causou prejuízos de mais de US$ 25 bilhões.

Extremamente agressiva e preocupante, já que o fungo muda de maneira rápida, a doença se adapta e passa a ser resistente. Já foi constatado no campo que o uso contínuo de moléculas sistêmicas e específicas levou ao aumento da resistência da doença, o que torna o uso de moléculas protetoras importante.

Segundo Flavia de Oliveira Biazotto, pesquisadora da área de fungicidas da Ourofino, enquanto os fungicidas de sítio específico (estrobilurina, triazóis, carboxamidas e benzimidazóis) atuam em apenas um fungo, os de ação multissítio são mais abrangentes, que é a sua principal diferença.

Um dado da consultoria Kleffmann sobre a safra 2018/19 mostra que os produtores estão cada vez mais atentos ao problema. Isso porque o percentual de adoção de preventivos foi 12,6% superior à safra anterior.

Além do vazio sanitário da soja, medida fitossanitária com o objetivo de combater a disseminação da ferrugem asiática, os produtores devem ficar sempre atentos, monitorar as suas lavouras e investir em tecnologias de controle da doença.

“Para uma melhor eficiência de controle, os fungicidas protetores são as grandes armas do produtor rural. Eles apresentam ação multissítio, interferindo em diversos processos metabólicos nas células de um fungo, por isso apresentam menor risco de resistência”, explica Flávia.

Fungicidas protetores

Veja no vídeo abaixo as vantagens de  utilizar os fungicidas protetores no manejo preventivo da ferrugem asiática.

Conhecidos no mercado, os fungicidas protetores são ferramentas importantes na sanidade das culturas, uma vez que contribuem para o controle de doenças e, por isso, são fundamentais no manejo de resistência.

Nillus é a solução pensada para o Brasil

De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), os princípios ativos mancozebe e clorotalonil destacam-se quando aplicados de forma sequencial, sendo os mais eficientes e recomendados para o manejo da soja, devido ao excelente desempenho e resultados consistentes para controle da ferrugem.

Atenta às tecnologias e soluções inovadoras, a Ourofino Agrociência possui em seu catálogo um dos principais e mais eficientes fungicidas protetores do mercado: Nillus, à base de clorotalonil 500 SC. Multissítio, o produto conta com uma formulação que possibilita melhor fixação, recobrimento das plantas e maior período de controle. Além de reunir inovação, tradição, eficiência e segurança no manejo de doenças.

Teste de performance do fungicida Nillus 

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