A cada safra, um novo cenário, com novos desafios. Essa é a rotina dos agricultores brasileiros, que por atuarem em um ambiente tropical, com diversas particularidades, precisam se adaptar a cada ciclo para manter os níveis de produtividade esperados.

É o caso da safra 2018/19 de soja, que por conta da antecipação da semeadura e o clima favorável ao desenvolvimento do fungo, sofrerá com o aumento expressivo dos casos de ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi) nas lavouras. De acordo com o Consórcio Antiferrugem, programa que reúne pesquisadores e monitora a ferrugem asiática no Brasil, até a segunda quinzena de dezembro já haviam sido registradas 69 ocorrências, valor 331% maior que no mesmo período da safra 2017/18.

A doença é extremamente agressiva e preocupante, já que o fungo muda de maneira rápida, se adapta e passa a ser resistente. De fato, já foi constatado no campo que o uso contínuo de moléculas sistêmicas e específicas levou ao aumento da resistência da doença, o que torna o uso de moléculas protetoras importante. Segundo Marco Cunha, gerente de Produtos Inseticidas e Fungicidas da Ourofino, enquanto os fungicidas de sítio específico (estrobilurina, triazóis, carboxamidas e benzimidazóis) atuam em apenas um fungo, os de ação multissítio são mais abrangentes, que é a sua principal diferença.
Além do vazio sanitário da soja, medida fitossanitária com o objetivo de combater a disseminação da ferrugem asiática, os produtores devem ficar sempre atentos, monitorar as suas lavouras e investir em tecnologias de controle da doença. “Para uma melhor eficiência de controle, os fungicidas protetores são as grandes armas do produtor rural. Eles apresentam ação multissítio, interferindo em diversos processos metabólicos nas células de um fungo, por isso apresentam menor risco de resistência”, explica Cunha.

Conhecidos no mercado, os fungicidas protetores são ferramentas importantes na sanidade das culturas, uma vez que contribuem para o controle de doenças e, por isso, são fundamentais no manejo de resistência. Na prática, é difícil encontrar em um só produto todas as características desejáveis para uma ação eficiente

É importante ressaltar que o êxito de controle de um fungicida protetor não depende apenas de sua fungitoxicidade, mas também de outras variáveis como a adesividade, persistência e fundamentalmente da tecnologia de aplicação utilizada. Ainda de acordo com o relatório do Consórcio Antiferrugem, o Paraná lidera os registros da doença com 37 ocorrências, sendo acompanhado do Rio Grande do Sul (13 casos), Santa Catarina (7 casos), São Paulo (6 casos), Minas Gerais (3 casos) e Mato Grosso do Sul (3 casos).

Soluções pensadas para o Brasil

De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), os princípios ativos mancozebe e clorotalonil destacam-se quando aplicados de forma sequencial, sendo os mais eficientes e recomendados para o manejo da soja, devido ao excelente desempenho e resultados consistentes para controle da ferrugem.

Atenta às tecnologias e soluções inovadoras, a Ourofino Agrociência possui em seu catálogo os dois principais e mais eficientes fungicidas protetores do mercado: Nillus, à base de clorotalonil 500 SC, e o Eleve, à base mancozebe 800 WP.

Ambos são multissítio, com formulações que possibilitam melhor fixação, recobrimento das plantas e maior período de controle. Além de reunir inovação, tradição, eficiência e segurança no manejo de doenças.

Ficou interessado? Quer saber mais?

Compartilhar

Compartilhe essa notícia com seus amigos!