Minas de Ouro: conheça a história da Leila Luci Miranda

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Pesquisadora há quase 40 anos, Leila cresceu no meio de pesquisa científica

  ** Data da publicação: 18/03/2021

O segundo vídeo da campanha “Minas de Ouro” mostra a trajetória da pesquisadora Leila Luci Dinardo Miranda, do Centro de Cana do Instituto Agronômico de Campinas (IAC). Leila trabalha para o agronegócio há aproximadamente 40 anos. Os vídeos serão lançados durante todas as semanas de março, mês do Dia Internacional da Mulher (08 de março).

“Minas de Ouro” faz referência às origens da empresa, estado onde nasceram  os fundadores da Ourofino Agrociência, Sr. Norival Bonamichi e Sr. Jardel Massari e também é o estado que abriga a fábrica da empresa, uma das mais modernas do mundo no setor de defensivos. Além disso,  “minas” é uma expressão utilizada informalmente em referência à mulher. Já a palavra “Ouro” reforça a marca da empresa e também remete a preciosidade e resistência das mulheres.

Nascida no meio científico

Leila, engenheira agrônoma formada pela Unesp (Universidade Estadual Paulista Júlio e Mesquista Filho), desde criança mantem contato com o agronegócio. Nasceu e passou a infância no IAC. “No passado, o Centro de Cana era conhecido como estação experimental, onde meu pai era técnico, por isso eu nasci nessa fazenda e passei grande parte da minha juventude aqui.”

O contato com o campo trilhou o caminho para que a engenheira virasse pesquisadora. “Eu cresci no meio agrícola, mais especificamente no meio de pesquisa científica.”

O setor de pesquisas é uma área necessária para o desenvolvimento do agronegócio e, de acordo com a pesquisadora, o Brasil é o maior produtor de cana-de-açúcar do mundo e as pesquisas têm grande influência.

“Temos canaviais em solos ricos e também em solos pobres, onde poucas culturas se desenvolvem. Temos pragas e doenças que não existem em outros países e temos tentado resolver isso, e só é possível com a ciência”, segundo Leila.

A engenheira agrônoma conta que na sua época de formação acadêmica, a presença feminina era minoria, mas o cenário vem mudando. “Nós éramos minoria em uma sala, mas hoje metade da sala de um curso de agronomia é ocupada por mulheres.”

A influência de Leila já é percebida dentro de casa, sua filha já segue o exemplo da mãe. “Vendo a minha filha seguindo os meus passos, significa que, no balanço, eu fiz a maior parte das coisas corretas. Ela percebeu que a agronomia me fazia feliz. Eu trabalho com prazer.”

Para a pesquisadora Leila: “O Agro é de todas as cores, o agro é verde e rosa!”

Contando com mais de 100 mulheres distribuídas em diversas equipes e cargos, a Ourofino Agrociência se orgulha do trabalho desenvolvido por elas. São atividades desenvolvidas com muito empenho e que promovem um agro mais forte a cada dia.

Saiba mais sobre o Instituto Agronômico de Campinas (IAC)

O IAC foi fundado em 1887 pelo Imperador D. Pedro II e após cinco anos, passou a ser administrado pelo Governo do Estado de São Paulo, onde permanece até hoje. O Instituto realiza pesquisas para garantir a oferta de alimentos à população e matéria-prima para a indústria.

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