Minas de Ouro: conheça a história da Patrícia Monquero

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Pesquisadora foi a primeira mulher na presidência da Sociedade Brasileira de Ciência das Plantas Daninhas

  ** Data da publicação: 25/03/2021

Dando sequência a campanha “Minas de Ouro”, a Ourofino Agrociência lança o seu terceiro capítulo com a professora Patrícia Andrea Monquero. A campanha acontece durante todo o mês de março,  uma homenagem ao Dia Internacional da Mulher, com lançamentos de vídeos novos toda semana do mês.

O nome “Minas de Ouro” foi escolhido seguindo o conceito de ligar a origem da empresa com a força e preciosidade da mulher. A palavra“Minas” é uma referência a o estado em que os fundadores da Ourofino nasceram e que também abriga o coração da companhia, a nossa Fábrica, localizada em Uberaba (MG), além de fazer referência informal à “mulher”. “Ouro”, um minério resistente e valioso, faz referência ao nome da empresa e também na preciosidade da mulher, principalmente no campo.

Patrícia possui graduação em engenharia agronômica pela ESALQ,  Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, mestrado e doutorado em Fitotecnia também pela universidade, além de ser professora na Universidade Federal de São Carlos, em Araras/SP.

Minas de Ouro Patrícia Andrea Monquero

Trajetória profissional

Mesmo com pouco contato com o agro na infância, a agrônoma conta que o amor pelo campo está no sangue. “Meus avós eram proprietários de sítio em Vargem Grande do Sul (SP), a minha mãe foi nascida e criada em sítio. Não tive contato direto com essa vida, mas me lembro de muitas histórias e me interessei por isso.”

A professora conta que o divisor de águas foi quando iniciou o seu curso de engenharia agronômica. Segundo ela, foi nesse momento que começou a entender a importância da agricultura brasileira.

Desde a graduação, Patrícia sempre esteve envolvida com a área acadêmica da agricultura. “Durante a minha graduação eu trabalhei com Iniciação Científica. Isso despertou o meu interesse pela área de pesquisas e fez com que eu fizesse o mestrado e doutorado.”

Patrícia, logo no início da carreira como docente, iniciou o Grupo de Estudos de Ciências Agrárias – GECA, onde desenvolvem estudos sobre ciência de plantas daninhas. A professora conta, com alegria, o sucesso do grupo: “Já se passaram mais de 100 alunos pelo GECA e hoje tenho muitos alunos que estão no mercado de trabalho.”

A engenheira agrônoma também foi vice-presidente por duas vezes da Sociedade Brasileira de Ciência das Plantas Daninhas – SBCPD, e  uma vez presidente da mesma sociedade, sendo a primeira mulher a ocupar esse cargo, porém a quantidade de mulheres sócias é bem pequeno. “Foi um desafio incrível, porque há uma pressão por ser a primeira mulher, mas foi uma experiência muito bacana.”

Segundo ela, no comando da SBCPD, o maior desafio foi a gestão de pessoas. “Temos um país muito grande com pesquisadores em todo o Brasil, cada um com as suas particularidades, demandas e necessidades.”

Do ponto de vista de quem está inserida no agro, Patrícia conta que a agricultura ainda possui homens em maioria. “Tem áreas dentro da agronomia com participação massiva de homens, como a ciência de plantas daninhas.”

Pelo lado positivo, a professora acredita que esse cenário vem mudando. “As mulheres exercem um papel importante na agricultura, especialmente na ciência das plantas daninhas.”

Ao final, Patrícia manda um recado para as mulheres do agro: “As mulheres devem se incentivar mais, se colaborarem, torcerem pelo sucesso uma das outras e celebrarem esse sucesso!”

Atualmente a Ourofino Agrociência conta com cerca de 120 mulheres em seu quadro de funcionários, com atuação nas mais diversas áreas e, acreditando no potencial feminino, esperamos que esse número cresça cada vez mais.

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